10/05/2016 ás 11h21
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Principal novidade do Brasileiro em 2015, o horário das 11h virou motivo de controvérsia em encontro de técnicos na sede da CBF, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira. Foi feita a cobrança aos cartolas da entidade para que não seja repetido nesta temporada o desequilíbrio no número de jogos feito por cada clube aos domingos e se estabeleça um critério na definição da tabela.
Na prática, as 'matinês' viraram pesadelo dos treinadores.
Entre as razões citadas de forma recorrente, estão o fato de que praticamente nenhum atleta dorme antes da meia-noite nas concentrações e também a necessidade de alterar toda a preparação para os compromissos.
As críticas não encontram ressonância completa entre os dirigentes.
Os times tiveram resultados positivos ao longo do último ano com arquibancadas lotadas, a mudança de perfil de público e ainda a redução do custo das partidas em até R$ 100 mil com a ausência de refletores e a carga de trabalho menor de funcionários.
A reivindicação foi feita por Argel, do Inter, durante o evento na CBF.
Houve uma disparidade no número de confrontos de cada equipe às 11h na última temporada.
Ao todo, foram 34 jogos matutinos, com média de 24.611 mil pessoas. Recordistas, Ponte Preta e Coritiba estiveram em sete deles e foram os times que mais atuaram no horário.
O campeão Corinthians, por outro lado, acabou sendo o último a estrear na faixa e atraiu críticas, inclusive, de um suposto favorecimento técnico.
FONTE: 180 graus
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