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16/04/2020 ás 08h43

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Redação

Oeiras / PI

Testes positivos para H1N1 no Piauí aumentaram 1500% este ano
Destas, 128 testaram positivas na influenza H1N1. Outras 43 positivaram para o novo coronavírus.

O Laboratório Central de Saúde Pública - Lacen- divulgou, na manhã desta terça-feira (14), que a positividade de H1N1 no Piauí aumentou 1500% no primeiro trimestre de 2020. O aumento é em relação aos três primeiros meses do ano passado.


O levantamento mostra que 2015 amostras de secreção nasofaríngea foram testadas para H1N1 no Piauí em janeiro, fevereiro e março deste ano. Destas, 128  testaram positivas na influenza H1N1. Outras 43 positivaram para o novo coronavírus.


Já no ano passado 234 amostras para pesquisa de H1N1 foram analisadas no primeiro trimestre, mas apenas 1 destes exames testou positivo para o vírus. As testagens foram realizadas pela técnica de reação em cadeia de polimerase (PCR) – que é capaz de detectar o material genético do vírus nas secreções do paciente.


O doutor em Biotecnologia e coordenador do Laboratório de Biologia Molecular do Lacen, Adelino Soares, esclarece que o aumento tem relação com a pandemia do coronavírus. Ele destaca que o número de amostras neste ano da pandemia foi quase 9 vezez maior em relação a 2019.


“Por medo do coronavírus esse ano as pessoas procuraram mais os serviços de testagem na saúde pública. Um percentual bem maior procurou os serviços de saúde e, consequentemente, aumentou o percentual de H1N1.


Comparando-se o período de janeiro a março de 2020 com o período correspondente de 2019, a demanda para testagem de vírus respiratório aumentou em quase 900% no Piauí, por causa da pandemia por COVID-19.



De acordo com a diretora do LACEN, Walterlene Carvalho,  e o doutor Adelino Soares, estes dados chamam a atenção porque a gripe H1N1 tem medicação específica, vacinação efetiva e é capaz de causar um quadro respiratório semelhante à Covid-19. 


Além disso, a SRAG por H1N1 pode acometer com maior predileção pacientes mais jovens e gestantes. A vacina contra gripe de 2020 protege contra as formas graves do H1N1, que podem levar à morte.


“É preciso que as pessoas que estão nos grupos de risco de vacinam contra o H1N1”, pede Adelino.

FONTE: Cidade Verde

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